porão abaixo |
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"cogito, ergo, suo" Bolesław Mąndrowięśki
ARQUIVO MORTO
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30.3.09
algo mais que aviões de carreira e demais agentes causadores do aquecimento global começa a flanar pelo ar
aD 2008 - Balneário Grajaú - ©Pakho Cornelsen coming soon, em ondas sonoras, literárias e visuais | 25.3.09
sob o peso do céu, lá onde orbitam esferas e em signos ligam-se estrelas, aqui na terra, no reflexo e brilho delas, alguém à luz traz tais teias - tecidas há tanto tempo no espaço - que, réu, transito em julgado ©2009 - pralu
chão de estrelas ©2005 - fotografia | 20.3.09
16.3.09
e novamente é 16 de março....
quis a cor em luz e tom que fosse a cor você só você, e não a de qualquer amor ©1989 era este o espírito da época, agora vintuplicado | 8.3.09
ouvi dizer por aí que é hoje mas, por certo, não há dia que passe sem que pense, dependa, admire e as ame e tenho cá para mim que esta música encerra muito deste universo em que nós, bebês chorões, adolescentes punheteiros, "adultos" ensimesmados, tios sukita em crise e velhos babões, vagamos em busca de mães, amantes, amigas e companheiras, seja para colo, sexo, companhia ou para aqueles esculachos que, idiotas que somos, volta e meia merecemos e, sinceramente, já nem sei onde começam umas e terminam outras...
a Donanna colhendo caqui no mato, hoje mésmo, lá na Colónha Thomazcovelho e a mais recente cria
despojos de um Brancaleone - óculo ©2009 - 110x80cm acrílica, monotipia com vidro e pedra, e metal fundido sobre madeira
breve, no Museu Alfredo Andersen mais próximo de sua residência | 5.3.09
copeiado e pasteado do blog do mestre Solda
Vera Solda. Foto de Nélida Kurtz, década de 70, Teatro de Bolso. quando chegas silenciosa ouço tua pele produzindo queratina teu pâncreas exalando insulina teu glóbulos vermelhos cheios de hemoglobina teus músculos cansados de tanta proteína quando chegas com tuas células de messalina escrava dos genes da disciplina abominável albumina dos deuses da adrenalina tua carne transforma minha alma em carnificina solda bão dimais da conta, sô! | |
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