porão abaixo |
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"a minha terra dá banana e aipim, meu trabalho é achar quem descasque por mim" Noël Rosa
ARQUIVO MORTO
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26.7.07
taí uma idéia ainda em formação: o título provisório é "A grande peleja entre o General Empatáphodas da Conceição e o barbaquá" e sabedeus onde isso vai dar | 23.7.07
passando a régua no inventário das Parcas, o tríptico com a madeira e o metal fundido:
Parcas I - Átropos, Láquesis e Cloto estanho fundido e monotipia com tecido sobre madeira 110x120cm ©boczon, 2000 e o tríptico com o tecido/matriz:
Parcas II - Cloto, Láquesis e Átropos acrílica e látex sobre tecido 105x100cm ©boczon, 2000 e detalhes, sempre detalhes:
Cloto, tecido
Cloto, metal e madeira
Láquesis, tecido
Láquesis, metal e madeira
Átropos, tecido
Átropos, metal e madeira | 19.7.07
Hoje é aniversário da Dona Anna Estranho pensar como tudo teve início com uma decisão sua, e é clichê, mas também verdade, dizer que só estou e continuo aqui por causa dela.
Ela com minha irmã Isabel, no ínicio de junho deste ano quando, graças à visita dela e de minhas sobrinhas-netas, finalmente conheci o tal Jardim Botânico de Curitiba...
e um arranjo floral que ela fez com uns verdes e flores de camomila, rosa e malva, para preparar suas famosas e quase alquímicas misturas para chás, que flagrei em 2005, a secar na casa dela Preciso crer na letra da música polaca que cantamos nessas datas, e que o desejo de que viva cem anos (pelo menos) entre nós se realize: Bóg będzie zapłacić wam, nasza święta matka | 18.7.07
arre que hoje, depois de nove meses, consegui terminar "Crime e castigo" me parece que primeiro veio a pena, e agora estou pronto para algum ilícito - ah! essa alma eslava... | 16.7.07
12.7.07
enquanto o General Inverno não me permite fotografar, umas digitalhas de boa cepa e muitíssimo bem acompanhadas 9.7.07
já que o assunto são as Parcas, segue o registro da fatura delas, em 2000, quando ainda pintava na garagem da Donanna primeiro, esbocei sobre a madeira o gestual a ser seguido, com um tingidor de madeira, sobre o qual verti estanho fundido:
depois, o tecido (se não me engano, morim), com algumas áreas de verniz marítimo para forçar o isolamento da tinta:
sobre o tecido, tinta acrílica bastante diluída, optei por cores básicas - azul ftalocianina, vermelho de cádmio e amarelo escuro:
após algumas camadas, um pouco de preto para demarcar mais um pouco o sentido, também utilizei branco, azul cerúleo, amarelo ocre e vermelho francês (até onde lembro):
tirando o tecido, como ficou a madeira:
e o verso do tecido:
depois de umas tantas veladuras, a madeira e o verso do tecido, um pouco antes de finalizar o processo:
agora é providenciar as imagens de como os trabalhos ficaram, coming soon... ps: o escaner tá me sacaneando, dando sinais de que logo irá para o céu do hardware, por isso as imagens não têm ficado à altura dos originais | 4.7.07
2.7.07
taí uma parte do meu credo: A fonte secreta do humor não é a alegria, mas a mágoa, a aflição, o sofrimento. Não há humor no céu. Mark Twain e mais uma obra inventariada:
ÉREBO 40X110cm monotipia com tecido e fibras, acrílica, látex e queima com maçarico sobre madeira - 1999/2001
este trabalho foi iniciado durante uma oficina de pintura que fiz com a Dulce Osinski, no Museu Alfredo Andersen no segundo semestre de 1999 e participou da exposição de alunos desse ano; em 2001 Alarico, o maçarico, propagou um auto-de-fé no mesmo e, sobre os restos purgados, foram feitas algumas veladas de tinta - nessa época começou minha relação algo S&M com o azul cobalto - entre 2002 e 2004 ficou em comodato na residência do Irã Dudeque e foi resgatado em dezembro de 2004 para participar de minha individual no mesmo Museu Alfredo Andersen; desde então tem ornado uma parede cá do porão, à espera de alguma alma bondosa que o queira adotar a expensa de módico estipêndio. | |
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