porão abaixo® |
|
"cogito, ergo, suo" Bolesław Mandrowiski
ARQUIVO MORTO
com tato, clic ici as imagens e textos que não tiverem fonte ou autoria citadas são de própria lavra neighbourhood sub rosa dudi la vie est belle lixo tipo especial stuck in sac almanaque ao cubo³ ao mirante, nelson! cave canem aqui tem coisa diário de bordo arquitetura thobias® fezoca's blurbs filosoclics h gasolim ultramarino museu de tudo o biscoito fino e a massa observador joana d'arc quando, onde e como sindrome de estocolmo imagens... gravuras... palavras... frankamente... banana & etc plínio fuentes benett-o-matic depósito vetorial oieuoi |
30.3.06
- CAPÍTULO OITAVO E SETE NONOS - que apenas dá mostra imagética do registro feito no início do terceiro quarto do décimo quarto dia do primeiro mês do ano de dois mil e seis, na portada da Igreja do Senhor Bom Jesus, ainda na Freguesia de Congonhas
clique aqui para comentar: 27.3.06
aos pés e às cabeças dia desses, um momento de otimismo, mas que não parece sê-lo: a Donanna, discorrendo sobre um de seus assuntos preferidos, me falou da filha duma conhecida dela, que morreu naquelas situações que há tempos se definia como sendo "de causa natural", aos 42 anos. me flagrei pensando que, afinal, ainda há esperança. nessa noite, sonhei com uma quantidade enorme de bicicletas que eu tentava arrumar numa garagem, com moedas e com Mozart. no dia seguinte, consultando um livro de sonhos, fiz umas relações suspeitas entre os elementos do sonho, fui na banca e joguei R$2,00 secos no carneiro (25); horas depois, voltei pra casa cem reais menos pobre. selaví errata onde lê-se "cem reais menos pobre", leia-se "noventa e oito reais mais economicamente viável" clique aqui para comentar: 22.3.06
- CAPÍTULO OITAVO E DOIS TERÇOS- que discorre brevemente sobre seu primeiro terço anteriormente apenas ilustrado e descreve o ocorrido no segundo quarto do dia quatorze de janeiro do presente ano Após a saída de São João del Rei, devidamente manobrado por intermédio de sua ignição, motor de combustão interna, pedais, alavancas de câmbio e sinalização e volante, o sempre prestimoso General Degol nos conduziu até a Freguesia de Congonhas, na qual, em priscas eras, erigido foi o santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. E, no adro da Igreja deste santuário é que estão dispostos as mui afamadas estátuas dos profetas maiores e menores do Velho Testamento e das quais algumas imagens foram captadas no entardecer e noite do dia anterior e mostradas no primeiro terço deste capítulo, o qual encerra-se com detalhe noturno da porta de uma das Capelas dos Passos da Paixão, de um azul daqueles que só corroboram a existência de algo superior e benevolente que nos presenteia com tal possibilidade cromática. Para o pernoite, ficamos no hotel situado ao lado do já citado santuário e que tem modestas acomodações e um restaurante com cardápio deveras aviltado mas no qual, em contrapartida, o café da manhã foi um dos mais proveitosos. As atividades alusivas a este décimo quarto dia do mês e quarto de viagem começaram às cinco horas e trinta minutos, quando o alvorecer apenas dava indícios do nascente sol. Como nos foi dito na noite anterior, às seis horas da manhã, numa pontualidade digna dos súditos da coroa britânica, os portões do adro foram abertos e pudemos começar o trabalho de registrar o conjunto escultórico com as luzes matutinas.
Fato curioso é que nos peitoris dos muros, e em algumas esculturas, há várias inscrições em relevo de romeiros e turistas que, nessa necessidade humana de marcar território ou pagar promessas, deixavam marcados seus nomes e data.
Pelo que pude observar, tal prática por muito tempo não foi coibida e provavelmente era vista como externamento de fé, porque muitos baixos-relevos são tão bem talhados que devem ter demandado um tempo que nossos pichadores de hoje não têm. E mais, até os datados dos anos trinta do século passado, as letras em caixa alta têm sempre serifas.
Agora, causou-me espanto estas inscrições em caracteres que não soube precisar a que língua pertencentes e que sobejam por entre os demais. Utilizando-me apenas de memória visual, poderia supor tratar-se de algo a ver com o Oriente Médio, e então a curiosidade fica mais aguçada ainda: serão apenas o registro de nome e data, um agradecimento por graça alcançada ou uma maldição eternizada a nós, cães infiéis?
clique aqui para comentar: 17.3.06
Por Tutatis que amanhã, daqui dois dias ou três, algo há de acontecer por aqui. Se tal não ocorrer, no Google não haverá mais nenhuma referência sobre Bołesław Mandrowiski, pois este nome não mais corresponderá à minha pessoa, a qual não merecerá mais que meio quilo de mel coado pelo conjunto da obra e não terá equivalência outra que não seja a poucos litros de humores vários e alguns quilogramas de massa corpórea que não tem valor comercial algum em estabelecimentos que permutem proteínas e sais minerais pelo vil metal. Tal jura faço, por Belenos! e esta abundância de "nãos" e "noões" deve-se à inefabilidade que tal asseveração prescreve clique aqui para comentar: 3.3.06
- CAPÍTULO OITAVO (primeiro terço) - de como a falta de tempo impede que, por ora, qualquer espécie de texto possa ser desenvolvida na tentativa de melhor ilustrar o sucedido de quando da nossa chegada a um dos ápices da presente jornada, em Congonhas
clique aqui para comentar: |